30.6.09

As "cookies"





Para quem, como eu, acompanha a jornada laboral sempre com um pacote de "cookies" ao lado, a imagem faz todo o sentido.


P.S. Obrigada pelo e-mail!

20.4.09

Tampas


Aprendo muito com ela. Hoje fiquei a saber qual o sentido de a vox populi referir os comuns tupperwares como

"tamparueres"


É porque têm tampa.


Muitos se aprende por aquelas bandas.

22.2.09

Q & A e Slumdog Millionaire

Li o livro de Vikas Swarup, Q & A (cuja tradução para português coincide com a tradução do filme para "Quem quer ser bilionário"), com a velocidade própria de quem queria comparar o texto que deu o mote ao filme com a adaptação do argumento ao grande ecrã.

Comecemos pelo livro. No livro, a personagem principal Ram Mohammad Thomas vai narrando à sua advogada, Smita Shah, o motivo pelo qual conseguiu acertar nas doze (ou treze?) perguntas do concurso televisivo.

Não estava prevista a sua vitória, não era suposto que soubesse tanto, nem, muito menos, que chegasse ao prémio mais alto que o concurso alguma vez tinha dado.

O livro, narrado na primeira pessoa, é intimista. Pela voz da personagem principal vamos conhecendo, peça por peça, ou, melhor, pergunta por pergunta, as várias peripécias da sua infância e adolescência.

Sem dúvida que o livro é consistente, bem escrito e que apresenta uma boa história. Aqui e além inspirada (conscientemente ou não) em segmentos de Charles Dickens e os cenários mais ou menos funestos da infância de um órfão.

Passemos ao filme.

Pelas mãos de Danny Boyle, é adaptado ao cinema o livro de Vikas Swarup. Já há muito que não fazia a ponte livro-filme. Até que ponto consegue um realizador transformar um livro - porque a passagem ao cinema implica necessariamente uma transformação - sem destruir a essência da escrita?

Jamal Malik - a personagem principal - às portas do grande prémio, tem que convencer a polícia indiana de que, apesar dos seus 18 anos e de ser apenas um servidor de chás, "sabia todas as respostas".

O livro, como é regra, é mais completo e, de vez em quando, reparam-se os saltos da película em relação ao texto original. Até as próprias perguntas do concurso não são coincidentes. Mas apesar desta desconformidade (e porque desconformidade não significa obra menor), o filme é meritório.

O cenário indiano dá-nos por alguma vezes um murro no estômago. Da imundice dos bairros de lata à pobreza e miséria dos pedintes.

O melhor do filme? A banda sonora. Genial mesmo. Dá um ritmo excepcional ao encadeamento dos factos e fica a vontade de levar já para casa o cd. 5 estrelas para A. R. Rahman. Já em Trainspotting (que é melhor do que este Sumbdog Millionaire) a banda sonora tinha um dos mais importantes papéis na película.

Saldo final - 4,5 estrelas. Pela comparação com o livro conduzir à conclusão que o filme podia, e devia, ter aproveitado alguns segmentos da narrativa em benefício da história.

Previsões e apostas 2009


Esta noite/madrugada todos as atenções estarão dirigidas para a entrega dos maiores prémios do cinema. Num ano especialmente marcado por argumentos adaptados e por filmes de (aparente) baixo orçamento, deverá haver poucas surpresas.

Julgo que um filme que tenha a sua história já escrita e seja, portanto, não mais do que um argumento adaptado, não deveria ganhar o óscar de melhor filme, mas a academia não se deixa seduzir pelos meus "julgamentos" e, por isso, deve mesmo vir a premiar a passagem ao ecrã de um livro bem escrito (a crítica seguirá dentro de momentos...) - "Quem quer ser bilionário?".

Recolhidos os pareceres e vistos quase todos os filmes, aqui ficam algumas tendências:

Melhor filme: Deve ganhar "Quem quer ser bilionário?". Por mim ganharia o "Estranho caso de Benjamin Button", mas talvez este só venha a vencer nas categorias de caracterização.
Melhor realizador: Gus Van Sant, com "Milk". Fugindo-lhe o óscar de melhor filme, que será o mais provável, não lhe deve escapar este justo galardão. Num filme que é, todo ele, feito à imagem do realizador.
Melhor actriz: Kate Winslet. Claro que, por mim, ganharia sempre Meryl Streep que já mais do que provou, com todos os prémios e nomeações, que é a melhor actriz da sua geração e que apresenta sempre uma representação sublime em todos os filmes em que intervém.
Melhor actor: Mickey Rouke. Já recolheu o apluso unânime da crítica, ao regressar às luzes da fama depois de uns anos na sombra. Se perder, só se for para Sean Penn, visto que o papel em "Milk" lhe assenta como uma luva. Eu torço por ele.
Melhor actriz secundária: Já quase que Penélope Cruz tem o prémio nas mãos, mas estaria melhor nas de Viola Davis que tem uma interpretação irreprensível no filme "Dúvida". Resta saber se a Academia se deixa convencer por uma interpretação de apenas cerca de 10 minutos. A mim convenceu.
Melhor actor secundário: Heath Ledger. A título póstumo e quase certo.

Logo se verá.

2.2.09

Benjamin Button


Fui avisada de que o filme duraria quase três horas mas que nem se sentia o tempo passar. Como se de uma metáfora em relação ao próprio filme se tratasse, em jeito de relógio que vai andando para trás, manifestando um acto de catarse do relojoeiro.
"O estranho caso de Benjamin Button" não ignora a grandeza que o envolve nem o impacto que causa a quem o vê.

Baseado na "short story" história de Scott Fitzgerald com o mesmo nome, é sobretudo pelo argumento que o filme tem algumas cartas (de trunfo) a dar. Ainda que seja um argumento adaptado, é enriquecido com umas pinceladas de actualidade, nomeadamente o tempo real em que são recordados os momentos da vida da personagem principal suceder em 2005, em pleno Katrina.

Sob a pena de um dos meus realizadores favoritos - David Fincher (que já me tinha roubado muitos aplausos com Seven, não devendo este ano a estatueta dourada escapar-lhe) - temos a histórica de Benjamin, cujo nascimento ocorre no final da 1ª Guerra Mundial, e cuja vida é o contrário do esperado. Começa-se com rugas e acaba-se num bébé. E ainda que a frase "no final, todos acabamos de fraldas" seja o mote do filme, todos os contra-tempos e fases vividas em turbulência num corpo que vai rejuvenescendo são dignas de apreço e muito bem conseguidas.
A caracterização tem aqui um papel irrepreensível. Como envelhecer e rejuvenescer Brad Pitt e Cate Blanchet (e todas as outras personagens secundárias) parece ser uma operação tão simples para a produção do filme.
Brad Pitt tem uma representação consistente, mas talvez um pouco abaixo do que esperava. Reconhece-se, não obstante, que foi uma boa escolha para a personagem central.

Um filme a não perder, que recomendo.

Saldo final - 4 estrelas (sob reserva de correcção superveniente - para mais -, caso os filmes que estão para vir/ver se revelarem como de segunda linha).

28.1.09

O regresso de Woody Allen


Nos preparativos para as apostas para os melhores filmes do ano, regressei às salas de cinema (após um largo período de jejum, reconheço).

Desta vez, para rever Woody Allen e a sua incessante busca da compreensão do comportamento humano relacional. Vicky Cristina Barcelona não deve ter pretensões em chegar ao nível de Match Point ou sequer de Scoop. Ao nível do argumento, este é mais comum, quase em jeito de filme de Domingo à tarde.

Quanto à representação, só mesmo Penélope Cruz consegue subir a fasquia e destacar-se dos restantes, talvez por isso mesmo se compreenda a sua nomeação para o Óscar de Melhor Actriz Secundária.

A história, em si, não podia ser mais simples. Duas amigas vão de férias para Barcelona e uma delas, em vésperas de casamento, começa a avaliar se terá feito uma boa escolha e se todos os princípios e (pre)conceitos que a caracterizam têm realmente sentido. O já esgotado (a nível de cinema) conflito entre razão-emoção surge, uma vez mais, aqui retratado.

Além da representação de Penélope Cruz, destaca-se a banda sonora, diversificada, mas, inevitavelmente com domínio espanhol, de que saliento Paco de Lucia. E, ainda, a cidade. Barcelona.

Saldo final - 3 estrelas.

4.1.09

Paris




Uns dias depois da entrada em 2009, fica um breve olhar sobre os últimos dias de 2008 e os primeiros de 2009 em Paris. Aquela que é, por muitos, e justamente, designada de "Cidade Luz".

O frio foi sempre a nossa companhia e o sol só brilhou, sem aquecer, no último dia. Quase que nos habituamos a que estas viagens, de fim de ano, sejam fugas para o frio.

Os turistas tomam de assalto a capital francesa, provenientes de todos os cantos do mundo e de máquina fotográfica/ de filmar em punho. Tudo é motivo para uma foto - desde os mais diversos ângulos da Torre Eiffel, a todas as obras expostas no Louvre, sem esquecer toda a luz dos Campos Elísios.

Paris é imensa. Nos monumentos, nas pessoas, nas ruas, nos jardins, no interesse histórico, nos museus. E nos preços, também. Mas isso já se esperava. Com tanto turismo, há sempre alguém disposto a pagar os preços exorbitantes mesmo sem pestanejar.

O essencial:
- andar a pé - conhecer a cidade sem ser através de fugazes saídas nas estações de metro. Claro que isto implica tempo, organização e boas leituras dos mapas (nem sempre fácil, reconheço);
- museus - há muitos e sob a égide de várias temáticas. O de Orsay e o do Louvre são imperdíveis. De manhã bem cedo, para evitar as horas de espera. O do Louvre (que reclama quase um dia inteiro para ver, pelo menos na diagonal, toda as obras) com as atracções por todos conhecidas - Mona Lisa, Vénus de Milo, ou a Vitória da Samotrácia. E, das minhas preferidas, as obras relativas às estações do ano, de Arcimboldo, para demonstrar que a pintura pode ser divertida.



Aquele que foi, em 2007, o museu mais visitado do mundo confirma, e supera, todas as expectativas.
- os jardins, palácios e catedrais;
- a comida - não se pode prescindir dos crepes, das baguetes e dos queijos;
- a luz - uma cidade com brilho próprio, mesmo quando a época do ano se caracteriza por algum cinzento.

E, naturalmente, todos os símbolos da cidade, sobejamente conhecidos.

Ficaram por ver alguns museus de destaque e um espectáculo no Moulin Rouge (por ausência de lugares vagos...). Talvez para o ano!

Para ver, rever e prolongar estadias.


24.12.08

Pink Christmas


Quando por todo o lado se ouvem músicas de Natal alusivas ao "White Christmas", por aqui o Natal é cor-de-rosa. A árvore poderia ser rosa choque da cabeça aos pés (se a nossa tivesse pés e não andasse a tombar de vez em quando...).

Não sei se inspirada pelo fenómeno Hello Kitty, ou se por alguma reminiscência de infância, este Natal estas são as cores reinantes.

Nada de branco, castanho, vermelho ou dourado. Cor-de-rosa, portanto.

Ficam, nestes tons, os votos de um colorido Natal a todos os que visitam este espaço!!!

7.11.08

No porta bagagem


No programa da manhã da Radio Comercial, perguntava-se hoje o que guardamos no porta-bagagem, além das trivialidades.

Chegando ao local de destino, apressei-me a abrir a mala e a confirmar que a ordem e a arrumação não impera naquele espaço. Ali encontro um porta-moedas (vazio...), um cestinho em papel resultante de uma oferta num dos 3.000 casamentos que tive este ano (na esperança de que os noivos não leiam o post e não saibam o destino daquela oferta). Uma prenda para oferecer a alguém que fez anos, que, por preguiça e comodidade, ali vai ficando até ao momento da oferta.

Invariavelmente dois ou três livros técnicos, em jeito de biblioteca ambulante.

E vocês? O que se pode encontrar na vossa mala?

4.11.08

Fragmentos ou a vox populi à portuguesa

Num daqueles dias - cada vez mais - em que a hora do lanche se confunde com a hora de jantar, ouvem-se os seguintes fragmentos:

- então já se sabe o resultado das eleições? (pergunta uma cliente ao dono)
- não, é mais tarde...
- aquele Obama não deve ganhar
- então porquê?
- desde que disse que era contra o casamento dos gays, perdeu quase todos os votos
- eu também sou contra (conclui o dono). É só para se exibirem...
- Oh. Mas cada um come o que quer.

A conversa continua entre muitos e variados temas (em apenas 5 minutos...) para gaúdio dos ouvidos de quem procura fonte de energia em paragens tardias para café.

22.10.08

Frase do dia - vii



"Para dialogar não é preciso falar muito".


Fonte: algures no dia 11.10.2008

30.9.08

Mamma mia!


Já devem ter decorrido mais do que 12/13 anos desde a data em que reclamei e obtive o "Abba Gold", ainda em formato de Vinyl, com dois discos. O grupo sueco que marcou uma geração anterior viu o seu sucesso prolongar-se muito para além do terminus da banda. E eu ouvia as músicas insistentemente, levando a que, não raras vezes, o frágil vinyl ficasse riscado de forma irremediável.

Foi, pois, com grande entusiasmo que soube que as músicas mais conhecidas (ainda que não todas) iam finalmente dar um filme. O musical Mamma mia!, com origem em 1999, é, agora, dado ao grande ecrã e por caras bem conhecidas. Meryl Streep confirma que é uma das mais versáteis actrizes das últimas décadas, mostrando que não há papel que não consiga representar e fazê-lo com excelência.

Meryl Streep aparece-nos no papel de Donna Sheridan, cuja filha - Sophie - decide convidar, para o seu casamento, os três possíveis pais (Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgard)... Entre as recordações do passado e as conjecturas acerca de um futuro "que poderia ter sido" diferente, surgem as músicas dos "Abba" cantadas pelos actores. As coreografias são, sem excepção, extremamente divertidas encontrando-se, algumas delas, entre o non sense e o ridículo. Mas é a receita certa para as gargalhadas do público e, também, para uma vontade de cantar e dançar com o elenco.

Do best of musical do filme fazem parte, para mim, a Mamma Mia, Chiquitita, Take a chance on me e, a melhor, Dancing Queen (com um dress code mesmo a preceito).

Para quem aprecia a banda e o género musical, o filme é imperdível (e garante-se a vontade de ir comprar o álbum logo que se sai do cinema). Para os outros, é uma bela maneira de começar a semana...

Saldo final - 5 estrelas (confesso que ainda estou a cantar as músicas:

Mamma mia, here I go again
My my, how can I resist you
Mamma mia, does it show again
My my, just how much I've missed you...)

15.9.08

Miss Madonna

75 mil pessoas para ver aquela que, goste-se ou não, é um dos maiores fenómenos da indústria da música actual e, pelo menos, das últimas duas décadas.
E ela, com 50 anos, dança como ninguém. As controversas poses e coreografias estiveram lá todas, no parque da Bela Vista. E alguns dos hits mais antigos (do final dos anos 80') também. Sendo que o destaque, sem dúvida, vai para "Like a prayer" transformado em hino próprio de uma pista de dança. Sem esquecer a vertente latina, também "La isla bonita" provocou a rendição do público. E porque não, em alguns segmentos, o piscar de olho às sonoridades de Emir Kusturica?

Quase duas horas em cima do palco (como se o tic tac que se ouvia repetidamente lembrasse que o que é bom acaba depressa...), meia dúzia de roupas trocadas, tudo - notou-se - foi pensado ao pormenor. Desde os jogos de luzes às imagens que iam sendo projectadas nos ecrãs gigantes (com conotação política evidente e não neutra, o apelo à paz, as eleições nos EUA...).

Madonna é mais do que uma cantora. Ali representou (como sempre o fez) um papel. E até deu tempo para relembrar, com recurso a "bonecas" de carne e osso, as várias fases da personagem que sempre interpretou.

No final, um ilustrativo "Game Over" em todos os ecrãs e no próprio palco confirma aquilo que suspeitava - não há encore para ninguém. Entre a confusão da saída (e da entrada, e do metro, e das filas intermináveis para as barracas das comidas...) reclama-se que faltaram alguns clássicos como o mítico "Like a virgin", "Papa don't preach" ou "Material girl".

Os fãs a 100% identificam-se facilmente. Ou com perucas cor de rosa, ou com meias de rede e botas de salto alto...

O saldo, esse (quando se procura, a custo, combater o sono e o cansaço próprios de um concerto ao Domingo à noite), é extremamente positivo. Pode regressar que nós voltaremos a assistir, a dançar e a cantar com Madonna.

10.9.08

Na crista da onda


[Praia de Ribeira d'Ilhas, Ericeira]

Uma aula de surf

Daquela praia dizem que é uma das melhores do mundo para a prática do surf, atendendo, sobretudo, ao facto de o fundo do mar não ser de areia mas sim rochoso. Se é bom para a formação das ondas ("ficam mais perfeitinhas", diz o instrutor), não o é para as mazelas. Tendo como pára-choques as canelas e as pontas dos dedos, os arranhões foram mais do que muitos.

E foi com este pano de fundo que aquartelamos no surf camp de Ribeira d'Ilhas.

As instalações são, no seu todo, bem conseguidas. Compostas por um conjunto de bungalows, todos pintados de modo diferente e com muita cor.









O ambiente é descontraído e a conversa surge naturalmente com os vizinhos, na sua maioria estrangeiros.



"Como é que são as ondas lá para o norte?" Perguntam-nos quando descobrem que somos da Invicta. Se não os consegues vencer, junta-te a eles.

Respondo "aqui são melhores". Quando a única resposta que me assaltava era "lá são mais pequenas por isso é menos assustador...".

Já lá vão cerca de 10 anos da última vez em que me atirei ao mar em cima de uma prancha de surf. Com ondas bem mais fracas e baixas. E com o espírito de aventura próprio da adolescência.

Quanto à aula propriamente dita, começa-se com aquecimento no jardim, prova de corrida (regular's contra goofy's), passos básicos. Fato vestido e sapatos calçados. E vamos ao mar. Muitos litros de água bebidos, muitas quedas, alguns segundos de pé em cima da prancha e, finalmente, uma hora depois, termina. Quando já não se sente o corpo.

Feita a advertência, por parte dos instrutores, "vão-vos doer músculos que vocês nem sabiam que existiam", a profecia cumpriu-se. Três dias sem poder tossir, espirrar ou sequer rir...

Mas a vontade de repetir ficou.

Pela revogação da Lei de Murphy - iii




As operações stop da polícia acontecem sempre quando estamos atrasados.

7.8.08

Férias

Este ano mais tardias (e também mais curtas...) que o normal. Mas uns dias de descanso (e diversão) chegam finalmente!...

Deixo uma das possíveis músicas para a banda sonora desta silly season que agora abraço. Boas férias.



[Coldplay - Viva la vida]

23.7.08

Lugares (pouco) comuns



Nem sempre as fotos de um pôr-do-sol me conseguem cativar e preencher. A banalidade do tema leva a que, na maior parte das vezes, nada de novo surja numa foto tirada naquele contexto.
Apesar disso, partilho uma das fotos tiradas, este fim de semana, algures na zona de Caminha. Só para abrir o apetite para as férias...

8.7.08

Manias - iv





Ouvir a mesma música, em repeat sucessivo (e voluntário...), nas viagens na A1.

Deve ser uma patologia sem tratamento à vista.

17.6.08

Porque hoje me apetece

... lembrar Sophia de Mello Breyner. Mesmo que não seja um dia em que se comemore o que quer que seja. Só porque sim. Aqui fica:

" ...Cada dia te é dado uma só vez
E no redondo círculo da noite
Não existe piedade
Para aquele que hesita.

Mais tarde será tarde e já é tarde.
O tempo apaga tudo menos esse
Longo indelével rasto
Que o não-vivido deixa..."

(Homenagem a Ricardo Reis, Dual)