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24.2.10

Guilty Pleasures

De vez em quando, há músicas que vou ouvindo até à exaustão, como verdadeiros guilty pleasures musicais.

Este é o que me ocupa, por estes dias.

E a exaustão ainda não chegou....


15.11.09

Depeche Mode ... à 3ª é de vez!


Eis que - FINALMENTE - não existem contra-tempos e os Depeche Mode dão o concerto esperado. Ainda que em Lisboa - e estiveram tão perto de vir ao Porto - o concerto foi, sem dúvida, memorável.

Depois de uma curta 1ª parte dos Gomo, Dave Gahan e os seus compinchas tomam conta do Pavilhão Atlântico durante cerca de duas horas.

Inevitavelmente as músicas retiradas do novo álbum fizeram-se ouvir, mas foram os clássicos que renderam os coros da assistência, nomeadamente "It's no good", "Precious" e "Walking in my shoes".

Martin Gore, o guitarrista, protagonizou um dos dois momentos altos do espectáculo. A sua voz na intimista "Home" foi asolutamente inenarrável. Apenas acompanhado ao piano, sem rede. E genial!

O segundo grande momento ficou reservado para o final com "Personal Jesus", já em encore.

As imagens de vídeo abrilhantaram a noite e o som foi melhorando à medida que o Pavilhão esgotava.

Saldo final - 4 ESTRELAS

P.S. Faltou "Just Can't Get Enough", mas pode ser que venha com o regresso da banda a Portugal...

30.9.08

Mamma mia!


Já devem ter decorrido mais do que 12/13 anos desde a data em que reclamei e obtive o "Abba Gold", ainda em formato de Vinyl, com dois discos. O grupo sueco que marcou uma geração anterior viu o seu sucesso prolongar-se muito para além do terminus da banda. E eu ouvia as músicas insistentemente, levando a que, não raras vezes, o frágil vinyl ficasse riscado de forma irremediável.

Foi, pois, com grande entusiasmo que soube que as músicas mais conhecidas (ainda que não todas) iam finalmente dar um filme. O musical Mamma mia!, com origem em 1999, é, agora, dado ao grande ecrã e por caras bem conhecidas. Meryl Streep confirma que é uma das mais versáteis actrizes das últimas décadas, mostrando que não há papel que não consiga representar e fazê-lo com excelência.

Meryl Streep aparece-nos no papel de Donna Sheridan, cuja filha - Sophie - decide convidar, para o seu casamento, os três possíveis pais (Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgard)... Entre as recordações do passado e as conjecturas acerca de um futuro "que poderia ter sido" diferente, surgem as músicas dos "Abba" cantadas pelos actores. As coreografias são, sem excepção, extremamente divertidas encontrando-se, algumas delas, entre o non sense e o ridículo. Mas é a receita certa para as gargalhadas do público e, também, para uma vontade de cantar e dançar com o elenco.

Do best of musical do filme fazem parte, para mim, a Mamma Mia, Chiquitita, Take a chance on me e, a melhor, Dancing Queen (com um dress code mesmo a preceito).

Para quem aprecia a banda e o género musical, o filme é imperdível (e garante-se a vontade de ir comprar o álbum logo que se sai do cinema). Para os outros, é uma bela maneira de começar a semana...

Saldo final - 5 estrelas (confesso que ainda estou a cantar as músicas:

Mamma mia, here I go again
My my, how can I resist you
Mamma mia, does it show again
My my, just how much I've missed you...)

15.9.08

Miss Madonna

75 mil pessoas para ver aquela que, goste-se ou não, é um dos maiores fenómenos da indústria da música actual e, pelo menos, das últimas duas décadas.
E ela, com 50 anos, dança como ninguém. As controversas poses e coreografias estiveram lá todas, no parque da Bela Vista. E alguns dos hits mais antigos (do final dos anos 80') também. Sendo que o destaque, sem dúvida, vai para "Like a prayer" transformado em hino próprio de uma pista de dança. Sem esquecer a vertente latina, também "La isla bonita" provocou a rendição do público. E porque não, em alguns segmentos, o piscar de olho às sonoridades de Emir Kusturica?

Quase duas horas em cima do palco (como se o tic tac que se ouvia repetidamente lembrasse que o que é bom acaba depressa...), meia dúzia de roupas trocadas, tudo - notou-se - foi pensado ao pormenor. Desde os jogos de luzes às imagens que iam sendo projectadas nos ecrãs gigantes (com conotação política evidente e não neutra, o apelo à paz, as eleições nos EUA...).

Madonna é mais do que uma cantora. Ali representou (como sempre o fez) um papel. E até deu tempo para relembrar, com recurso a "bonecas" de carne e osso, as várias fases da personagem que sempre interpretou.

No final, um ilustrativo "Game Over" em todos os ecrãs e no próprio palco confirma aquilo que suspeitava - não há encore para ninguém. Entre a confusão da saída (e da entrada, e do metro, e das filas intermináveis para as barracas das comidas...) reclama-se que faltaram alguns clássicos como o mítico "Like a virgin", "Papa don't preach" ou "Material girl".

Os fãs a 100% identificam-se facilmente. Ou com perucas cor de rosa, ou com meias de rede e botas de salto alto...

O saldo, esse (quando se procura, a custo, combater o sono e o cansaço próprios de um concerto ao Domingo à noite), é extremamente positivo. Pode regressar que nós voltaremos a assistir, a dançar e a cantar com Madonna.

7.8.08

Férias

Este ano mais tardias (e também mais curtas...) que o normal. Mas uns dias de descanso (e diversão) chegam finalmente!...

Deixo uma das possíveis músicas para a banda sonora desta silly season que agora abraço. Boas férias.



[Coldplay - Viva la vida]

8.7.08

Manias - iv





Ouvir a mesma música, em repeat sucessivo (e voluntário...), nas viagens na A1.

Deve ser uma patologia sem tratamento à vista.

22.5.08

Joe Cocker


O cantor já conta 64 anos (acabados de completar, por sinal) e nota-se que o vigor já não é o mesmo. Apesar do peso (da idade...) conseguiu convencer todas as milhares de pessoas que se encontravam ontem no esgotado Pavilhão Municipal de Vila Nova de Gaia. O concerto insere-se numa série de iniciativas da cidade quanto à comemoração dos 40 anos do Maio de 1968.

Ainda que apenas por pouco mais do que uma hora e confundindo a língua portuguesa com a espanhola (o "gracias" teimou em aparecer), houve tempo para ver e ouvir os hits de há largos anos.
Destaco, naturalmente, "Up where we belong", "You are so beautiful", "Unchain my heart", "With a little help from my friends", "Summer in the city" e o muito aclamado e aplaudido "You can leave your hat on". O público era muito heterogéneo, mas avultavam aqueles que ali se deslocaram para ouvir um ídolo da juventude.

O som estava razoável - a proximidade do palco ajudou à envolvência - e cantou-se e dançou-se ao som de hinos que vão ficar para a história. Ainda se esperou e pediu um segundo encore, mas Joe Cocker já tinha dado muito mais do que se estava à espera (incluindo todos os saltos e coreografias que lhe são características).

Com uma carreia que se caracteriza por alguns altos e baixos, superou as expectativas e pode voltar que nós voltaremos a vê-lo e a dançar ao som das suas músicas...

23.4.08

Nick Cave... finalmente!

Consigo precisar exactamente o que me levou a, pela primeira vez, ouvir Nick Cave. Algures na adolescência, quando tinha um certo fascínio em relação aos Blind Zero ouvi, tocada por aquela banda, um cover de uma música que me ficou no ouvido.

A música era Weeping Song que, depois de uma pequena pesquisa (limitada aos meios que tinha na altura) identifiquei como sendo de Nick Cave e incluída no álbum "The Good Son", lançado em 1990.

A partir daí fui ouvindo, e adquirindo aos poucos, a discografia de Nick Cave, da qual saliento, sem qualquer reserva, "The Boatman's Call".

Foi ontem, no Coliseu do Porto, que o vi... finalmente. E a cumplicidade é total. Com os seus 50 anos, dança, interage, canta, conversa (tenta falar português), diverte e diverte-se. Diverte-se com pequenas coisas. Desde começar a cantar um dos hinos que mais o notabilizou - "Into my arms" (apenas um verso) e constatar que o público pedia aquela música. Interrompe e diz "I'll finish that later" [e não cantou, por teimosia...].

Do elenco - que podia ter sido mais extenso - constaram Straight to you, The Ship Song, Red Right Hand ou Deanna. Faltou a tal Weeping Song e ainda, entre muitas outras, Do you love me e a Henry Lee. Mas o enfoque foi, sobretudo, no novo álbum - "Dig, lazarus, dig!!"

À saída [ainda] tentei argumentar para quem me acompanhava que Nick Cave é mesmo teimoso e não vai em discos (músicas) pedidos...

O som estava no seu melhor e o saldo final foi de 4 estrelas (ainda não perdoei a falha da Weeping Song...).

10.3.08

A longevidade dos Cure


Os Cure têm o seu nascimento registado em 1976. Quando tento recordar a primeira vez que os ouvi, lembro, com alguma nitidez, os momentos em que os videoclip's dos Cure se sucediam na MTV e quando se gravavam os mesmos nas quase extintas VHS.

32 anos volvidos apresentam-se no Pavilhão Atlântico com mais do que uma dezena de álbuns editados e dando mostras de que ainda têm voz no panorama musical actual.

Foram 3 horas (?!) de espectáculo... E Robert Smith mantém o seu estilo - o penteado desalinhado, os olhos pintados de negro e os lábios esborratados.

O som esteve muito bom (melhor do que outros concertos que aquele espaço já recebeu) e houve tempo para ver e ouvir os grandes êxitos (Friday I'm in love, Just like heaven, Close to me, Why can't I be you e o muito aplaudido Boys don't cry).

O público - sobretudo na faixa etária 20-30 - é todo ele muito heterogéneo, incluindo aqueles que se vestem à Robert Smith dos pés à cabeça (mesmo ao nível dos penteados e maquilhagem...).

O concerto salda-se com 35 músicas e com direito a três encores.

À saída, algumas vozes queixam-se da extensão do concerto - 3 horas a saltar não é para qualquer um!

10.2.08

Sway

A música, que data dos anos 50', tem cerca de 50 versões. Uma vez ouvida, compreende-se porquê. O ritmo que encerra (o inconfundível Mambo) é contagiante e convida à dança (é tão fácil pensar no caribe com esta banda sonora...)

Das muitas possíveis, escolhi a versão daquele que, com a sua voz, conquista facilmente - Michael Bublé.

Aqui fica, com os votos de uma boa semana...


31.12.07

Os melhores de 2007

Quando todos fazem - porque a data o exige - o balanço do ano que agora finda, aqui fica a lista dos [MEUS] melhores de 2007, com toda a subjectividade que caracteriza uma escolha deste género.

Música (impossível reduzir a apenas uma):

Linkin Park - What I've I done
Mika - Grace Kelly [a revelação do ano]
My Chemical Romance - I don´t love you
David Fonseca - Superstars II

Cinema:

Num ano que, comparado com o anterior, apresentou filmes menos consensuais (talvez mais perto da data da entrega das estatuetas douradas, o cenário melhore, com a estreia [tardia] em Portugal de alguns que já por cá deveriam andar), e reconhecendo, também, a minha falha nalguns filmes, há que apontar "Gangster Americano" como um dos melhores.

Livro:

"A fórmula de Deus", José Rodrigues dos Santos.

Deixo, também, os votos de um óptimo novo ano de 2008, que seja, independentemente das fugazes resoluções feitas à meia-noite, em grande...

18.12.07

Desafio: 5 filmes, 5 bandas sonoras

A RTP, do Tretas & Letras lançou-me um desafio. Encontrar cinco filmes que se destaquem pela sua banda sonora. Se a tarefa parece, à partida, relativamente simples, os problemas começam a surgir quando se tem de restringir a escolha a apenas 5.

Consultada a memória cinematográfica/musical, aqui ficam algumas perólas, sem qualquer ordem hierárquica:

1. Trainspotting (de Danny Boyle)







O filme leva já mais do que uma década (1996) e foi um dos que me levou, rapidamente, a adquirir a banda sonora. Com nomes como Iggy Pop (o fantástico "Lust for Life"), Lou Reed ou Underworld. Uma mistura que ilustra na perfeição o poder da película.


2. Chicago (de Rob Marshall)



Mais recente que o anterior (2002) e num registo completamente diferente. Apresenta igualmente uma escolha apropriada para a representação da Broadway. Ainda que os intérpretes sejam, na maior parte das vezes, os próprios actores, a qualidade não saiu afectada.

Saliento, no entanto, a "All that Jazz", de Velma Kelly.



3. Moulin Rouge (de Baz Luhrmann)



Tal como Chicago, um musical que salta para o cinema. A escolha musical recaiu, e de aplaudir, sobre nomes como Labelle, Queen, Fatboy Slim, The Police ou David Bowie.
Um filme que vale, sobretudo, pela banda sonora e, só por isso, merece um lugar na pole position.


4. Pulp Fiction (de Quentin Tarantino)


À semelhança da banda sonora de Trainspotting, também este filme me levou à aquisição da banda sonora. Ainda hoje ouço as músicas que o compõem com igual apreço, tais como a "Girl, will be a woman soon", interpretada por Urge Over Kill, ou a "You never can tell" (Chuck Berry), que serve pano de fundo para a dança de Uma Thurman e John Travolta. Um filme para ver e ouvir, sem limites de consumo.



5. The Lion King (de Roger Allers e Rob Minkoff)




Sim, eu sei que é um filme de animação. Mas a banda sonora é divertida e fica no ouvido. Porque nem só de bandas sonoras sérias é feita uma lista das melhores. Para a história do cinema de animação ficará, por muito tempo, a "Hakuna Matata".

Para uma lista das 100 melhores bandas sonoras no cinema vejam neste site.

O desafio fica aberto a qualquer um dos leitores do blog que queira partilhar as suas preferências...

10.12.07

"Lisbon revisited"

Àparte todas as correrias, contra-tempos e esquecimentos, cumprimos os objectivos delineados.

Objectivo n.º 1 - Monty Python

Já há muito que vinha adiando a ida a Lisboa para ir ver o espectáculo. Pouco depois da aquisição dos bilhetes, surge a confirmação que o quintento vem ao Porto, em Fevereiro de 2008, com o seu "Os Melhores Sketches dos Monty Python". Mas, enfim...

Em pleno Casino de Lisboa - cuja visita se recomenda, dada a inteligência na decoração e arquitectura - no Auditório dos Oceanos, António Feio, Jorge Mourato, José Pedro Gomes, Bruno Nogueira e Miguel Guilherme trazem-nos uma recuperação dos inimitáveis Monty Python. Não se espere ver em palco uma cópia dos ingleses, mas a adaptação foi bem conseguida. Os Sketches escolhidos não esquecem os mais famosos, como sejam o "Papagaio Morto" ou a "Anedota mortal"; passando pelos vídeos recreados pelos actores portugueses. Pena que o "Ministry of Silly Walks" (um dos meus preferidos) não tenha tido igual atenção...

Miguel Guilherme e José Pedro Gomes destacam-se, naturalmente; o primeiro com um monólogo serpenteado pelo meio do público e o segundo por uma interpretação divertida no Sketch "Pancada na Cabeça".

O quintento não esqueceu a banda sonora dos Monty Python, acompanhada dos inconfundíveis assobios - "Always look at the bright side of life"...

Para quem não viu e é fã da série que inspirou comediantes muito para além das fronteiras inglesas (incluindo os do nosso país), fica a recomendação.


Objectivo n.º 2 - Xutos e Pontapés

O Campo Pequeno acolheu, completamente esgotado, os Xutos e Pontapés para o festejo do aniversário do álbum "Circo de Feras".

Ainda que comecem a ser incontáveis as vezes que os vi ao vivo, este espectáculo valeu, sobretudo, pelas actuações circenses que o envolveram. Desde saltos em trampolim a malabarismo com fogo.

O melhor mesmo foi o acampanhamento com tambores da música "Circo de Feras".

28 anos depois, eles aí andam para as curvas, ritmo, e com letras que todos cantam em uníssono, principalmente a "Contentores", "Circo de Feras", "A minha casinha", "Não sou o único" e "À minha maneira".

Objectivo n.º 3 - Museu Colecção Berardo

Ainda que a figura não gere consensos nos vários domínios onde intervém, a inegável que a colecção em exposição tem muitas obras que justificam a visita.

Dos nomes representados no Museu fazem parte Andy Warhol, Piet Mondrien, Paula Rego, Pablo Picasso ou Max Ernst.

Para percorrer todas as salas do museu, é necessário (muito) tempo. São muitas obras, ainda que nem todas reclamem igual atenção.

Porque a escolha de uma obra ilustrativa da visita nem sempre é fácil, fica uma das que mais me diverte e de um artista que recentemente esteve representado pela Invicta.



[Salvador Dalí]

Até ao final do ano, a entrada é gratuita.

P.S. Título do post "emprestado" de um poema de Álvaro de Campos.

3.11.07

Crazy (Alanis Morissette)




O original é de Seal, mas Alanis Morrissette recuperou a música há cerca de dois anos e emprestou-lhe um ritmo mais animado e divertido. Já há algum tempo que queria ter colocado aqui no blog. Aqui fica, hoje, para recordar uma cantora que serviu de banda sonora em muitas festas há uns anos atrás, com o álbum Jagged Little Pill e as educativas letras das músicas que então compunham o álbum...

13.10.07

Superstars (David Fonseca)

Nem sempre as músicas lhe saem bem, mas quando saem, ou por sorte, ou qualquer outro motivo, dá nisto: uma música para ouvir como um elixir de energia. Para consumir consoante as necessidades e sem efeitos secundários.

O videoclip tem cor e ritmo e o refrão fica no ouvido.

Bom fim de semana!

12.10.07

As letras por trás das músicas - i

Ao que parece corre por aí a notícia de que Sting é o pior letrista do mundo. Terá, ao que consta, contribuído para chegar ao topo da lista as letras de "Don't Stand So Close to Me" e "If You Love Someone Set Them Free", que terão sido copiadas de outros autores. E nós que nos divertíamos nas aulas de inglês a descodificar a música "Englishman in New York", parece agora tudo um mito.

Enquanto se desconhece a lista final dos piores letristas, aqui vai uma recolha de algumas pérolas das letras por trás das músicas:

Os pedidos incompreensíveis:

You're never here
You're never near here
What day is this?
What day?
Whose day is this?
Put me in your supermarket list (Silence 4, Borrow)

Às 5 e meia em ponto
Telefonas-me a dizer:
Não sei viver sem ti amor
Não sei o que fazer
Faz-me favas com chouriço
O meu prato favorito
Quando chego para jantar
Quase nem acredito! (A pouco e pouco, José Cid)

O artista dentro do artista:

Sipping Bailey's Cream
By the stereo
Trying to find relief
On the radio
I'm suppressing the tears
But they start to flow
'Cause the next song I hear
Is a song I wrote
When we first got together
Early that September
I can't bear to listen
So I might as well drift
In the kitchen
Pour another glass or two
And try to forget you
(Mariah Carey, Crybaby)

E, mais uma vez, José Cid.

Faço a barba
E dá na rádio
O Zé Cid a cantar
(José Cid, A pouco e pouco)

Aceitam-se contributos...

14.9.07

Boa sorte/ Good Luck (Vanessa da Mata e Ben Harper)

Com o mês de Setembro ainda a meio, só me apetece ouvir a "Wake me up when September ends" dos Green Day. Mas acho que esta da Vanessa da Mata com o Ben Harper já ajuda!


6.9.07

O tenor


Pavarotti conquistou, sem dúvida, o seu lugar na história da música, com a sua voz absolutamente genial e o sorriso inconfundível.

Fez duetos que marcaram a diferença.

Quer, por exemplo, com os U2, em Miss Saravejo, quer com Barry White, naquela que é uma das minhas músicas preferidas: My first, my last, my everything

Aqui ficam os links das duas, em jeito de homenagem.

23.7.07

Do fundo do baú - iii


Six o'clock already
I was just in the middle of a dream
I was kissin' Valentino
By a crystal blue Italian stream
But I can't be late
'Cause then I guess I just won't get paid
These are the days
When you wish your bed was already made

It's just another manic Monday
I wish it was Sunday
'Cause that's my funday
My I don't have to runday
It's just another manic Monday

[Manic Monday, The Bangles]

Escrita por Prince para as Bangles, no ano de 1986. Tem uns anitos, mas conseguiu arrancar-me um sorriso quando a ouvi nesta preguiçosa manhã de Segunda-feira...

13.7.07

How To Save A Life (The Fray)

Tomando-se em consideração a sua criação em 2002, é forçoso concluir pela (ainda) juventude desta banda norte-americana.
Foi este single "How to save a life" que me permitiu o conhecimento desta sonoridade, talvez por via da série "Anatomia de Grey".
Aproveitando um dos poucos minutos de paragem nos últimos dias, aqui vos deixo, em jeito de banda sonora relaxante para o fim de semana.