[@ Zagreb]
[@ Split]
[@ Split]
[@ Hvar]
Noção psicológica de fuga - fuga patológica, súbita e não premeditada, podendo tratar-se de um movimento impulsivo mas consciente, de uma reacção brutal sob a influência de um estado de angústia, ou de um fenómeno automático e inconsciente.


E a arquitectura do seu interior:
Os portugueses abundam a cada cruzamento e identificam-se pelo estilo e pela forma ruidosa com que marcam a sua presença.
Dubrovnik marcou ainda pela quantidade de mosquitos que decidiu atacar massivamente metade do grupo.
A noite na Old Town caracteriza-se pelo ritmo, pela música. No entanto, a animação esvanece cedo, sendo um dos poucos focos de atenção da zona o hábito de subir a uma pedra, tentar o equilíbrio em cima dela e tirar a t-shirt, vestindo-a novamente... Com alguma coisa teriam os turistas de se entreter!!
Regressados às terras lusas, fica a satisfação de termos conhecido um país com muito encanto, mas que necessita de alguns ajustamentos [a nível humano] para conseguir manter os turistas dentro das suas fronteiras. Potencial ao nível da história, paisagens e praia não falta.
[@ Bar Abdenga, Dubrovnik]
Ainda que a estada na cidade tenha sido rápida, deu para apreciar a praia, a água do adriático a uma temperatura inacreditável, e os saborosos pratos servidos no restaurante Kibela [dalmatinska musaka, pujene paprike, rasted pancakes]. Uma das melhores refeições croatas, que ficou, como quase todas as outras, a um preço muito acessível.
A praia com areia é um mito e a entrada no mar obriga à utilização de sapatos de borracha. Apesar de tudo, vale a pena pela transparência e temperatura da água.

Em virtude de problemas em fechar a porta à chave durante a noite, tivemos que nos barricar em casa, recorrendo a cadeiras...

Amanhecemos com a chuva, mas foi de pouca dura!
Next stop - Hvar.
TBC...
[@ Dubrovnik]
[@ Fulir (Zagreb), Dave & Leo]
Sempre gostei da expressão "ir a banhos". Pena que normalmente só surja associada às férias dos colunáveis e dos (uns mais outros menos) VIP's.

O conceito é, em si, útil, principalmente para quem tem - como eu - algum sentido de desorientação.
Confesso que este último fim de semana foi aquele em que beneficiei [ou não, já que o benefício foi, sobretudo, em riso...], pela primeira vez, de uma viagem com recurso ao GPS. O sistema de posicionamento global parece ser, à primeira vista, de fácil funcionamento, mas aqui ficam algumas notas:
- selecciona-se o local de destino e a sugestão do percurso não é, necessariamente, a mais económica. Assim, se, por algum caso, se decide um percurso diferente daquele que é sugerido pela "voz", esta irrita-se e começa repetidamente a dizer para voltar para trás, fazer inversão de marchar, sair na próxima saída e afins... E só se cala quando se desliga o sistema.
- a "voz" espanhola é autoritária e recorda várias vezes "circule por la derecha".
- a sabedora "espanhola" engana-se frequentemente. Ou então, gosta de se divertir à custa da nossa desorientação e quase que conseguimos ouvir no fim das erradas indicações- "Ah! Ah!... ¡Quien manda aquí soy yo!"
Cada frase da "senhora-escondida-dentro-do-capot" é comentada, por nós, com um "já estamos fartos de te ouvir!".
Concluo que é um sistema para quem tenha muita paciência, o que não é, decididamente, o meu caso!





Este melting pot é supreendentemente viciante. O trio franco-suiço-argentino, acompanhado de excelentes músicos, regressou à Invicta e mais do que superou as expectativas.
